SemViolenciaBELO HORIZONTE/MG – As frases “Sem perdão à agressão à mulheres. Não sofra calada” resumem a campanha da Força Minas e sindicatos filiados contra a violência contra a mulheres.
A iniciativa foi apresentada por Maria Nelcy R. O. da Costa, Secretaria da Mulher da Força Minas, que sugeriu ao presidente Vandeir Messias a confecção de peças alusivas à passagem do Dia Internacional da Mulher, que focalizassem a realidade da questão feminina.

A Força Sindical foi fundada em 8 de março de 1991, data em o mundo celebra o Dia Internacional da Mulher.

VIOLÊNCIA – Violência contra a mulher é todo ato que possa resultar em dano ou sofrimento físico, sexual ou psicológico. Ameaças, coação ou privação de liberdade, violência doméstica e qualquer outro tipo de abuso, crimes passionais, exploração sexual de mulheres e meninas, violação e mutilação genital feminina, são algumas das manifestações da violência contra as mulheres.
Violência doméstica também é crime e o agressor é o único culpado e deve ser punido.

DENUNCIE! – Ligue 180! – Vencer o medo e procurar uma delegacia de mulheres. Por trás dos casos de violência contra a mulher, há uma longa lista de problemas conjuntos, como descompromisso social, preconceito, falta de solidariedade. A denúncia é sua arma contra tudo isso.

O desrespeito também é salarial. O salário masculino é 70% maior do que o feminino, conforme o Índice Global de Desigualdade de Gênero, de 2014.
Renato Ilha, jornalista (MTE 10.300)

10991656_1048220695194901_1664099851906152022_oNo histórico dia 8 de Março, em vez de comemorar um dia de conquista, outro momento de protesto contra a violência sobre a mulher, que impera a mais de um século e se impõe por medo ou vergonha da mulher, que se cala.
Estatísticas mostram que a cada três minutos morre uma mulher violentada, humilhada, espancada, alvejada por um homem; seja ele o seu marido, companheiro, irmão, pai, padrasto, conhecido ou mesmo por um estranho. Sem falar nas violências veladas, nos assédios, no preconceito, na discriminação, nas agressões verbais, nas ameaças e tantas outras que conhecemos tão bem e muitas das vezes bem próximo de nós.

No dia dedicado às mulheres,

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As regras mais rigorosas para a concessão do seguro-desemprego passam a ter validade no final de fevereiro ou início de março. Além desse benefício, outros ainda sofreram fortes alterações.

São eles: Seguro-defeso; Pensões por morte; Abono salarial (PIS); Auxílio-doença.

Em conjunto com outras medidas anunciadas pelo governo, as mudanças no seguro-desemprego, e no seguro-defeso, vão significar uma economia de R$ 18 bilhões por ano para o governo a partir de 2015, informou Nelson Barbosa, indicado pela presidente Dilma Rousseff para ser ministro do Planejamento no segundo mandato.

As novas regras, porém, ainda precisam ser confirmadas

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M_9165JFF_0620A unidade nas ações, mais que nunca, será fator fundamental aos trabalhadores para o enfrentamento dos desafios que se anunciam para os próximos anos. Reeleita com pouca margem de votos, na mais disputada eleição desde a redemocratização do país, em 1985, a presidente Dilma Rousseff e seus ministros terão dificuldades nas relações com o Congresso Nacional e com o setor empresarial. Com uma composição mais conservadora na Câmara e no Senado e com empresários refratários às políticas sociais por conta da insegurança na economia, restará aos trabalhadores um árduo esforço para manter direitos e ampliar conquistas.

Após reeleita, a presidente anunciou a disposição de dialogar com a sociedade e de promover reformas que retomem o crescimento do país, com medidas que impulsionem a atividade econômica e controle dos juros e da inflação, agregada à manutenção e/ou ampliação das políticas sociais, dos níveis de emprego e valorização dos salários.

A nova equipe econômica – Fazenda, Planejamento e Banco Central – anuncia ajuste gradual das contas públicas, baseado na meta de superávit primário de 1,2% do PIB em 2015 e de 2% para 2016 e 2017 e inflação de 4,5% ao ano, como crucial para a retomada da confiança dos empresários e consumidores. Para os novos ministros, a manutenção dos avanços sociais depende diretamente da estabilização da economia.

Analistas políticos avaliam que a nova composição do Congresso Nacional é das mais conservadoras. Houve redução da bancada identificada com os trabalhadores e com os movimentos sociais, que tem como função principal dar sustentação e fazer a defesa dos direitos e interesses dos trabalhadores, além de intermediar demandas e mediar conflitos entre estes e o governo e/ou empregadores; e o crescimento das forças vinculadas ao mercado e ao setor empresarial, além da representação de militares, religiosos, ruralistas e outros segmentos mais identificados com o conservadorismo.

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668920150128_113029Neste 28 de janeiro, em ato unificado das centrais sindicais, os trabalhadores saíram às ruas em todo o país para cobrar manutenção dos direitos previdenciários e sociais e em defesa do emprego. O alvo específico do movimento foi a edição das Medidas Provisórias 664 e 665, ambas de dezembro de 2014, que altera regras de concessão do seguro-desemprego, abono salarial, auxílio doença e de pensões por morte, entre outros benefícios. Além de criticar a falta de diálogo entre o governo e as representações dos trabalhadores, as centrais afirmam que “o que se economiza com estas medidas trabalhistas vai ser gasto com o pagamento dos jurus”.

A mobilização, organizada pela CUT, CSB, CTB, Força Sindical, NCST e UGT,contou com paralisações, atos e assembleias e marca o início de uma série de atividades conjuntas para 2015, entre elas a 9ª Marcha da Classe Trabalhadora, prevista para 26 de fevereiro, em São Paulo. Dirigentes das centrais criticam a divergência entre o discurso de campanha da presidente Dilma Rousseff e as medidas que vêm sendo anunciadas pela equipe econômica e também a urgência solicitada pelo governo na tramitação das medidas que visam o ajuste fiscal enquanto a pauta trabalhista está engavetada no Congresso Nacional.

A mobilização foi precedida de reunião dos dirigentes das centrais com ministros da Secretaria-Geral, Miguel Rossetto; do Planejamento, Nelson Barbosa; do Trabalho, Manoel Dias; e da Previdência Social, Carlos Garbas, quando reivindicaram a revogação das medidas provisórias. O governo estima uma economia de R$ 18 bilhões com as alterações nos benefícios a partir de 2016. “Esta economia virá, mais uma vez, do arrocho dos trabalhadores”, alerta o presidente da CNTS, José Lião de Almeida. Dirigentes da CNTS, das federações filiadas e sindicatos vinculados participaram das mobilizações nos respectivos estados. Diretores do Sindicato dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem e Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de São Paulo – SinSaudeSP participaram do ato na capital paulista.

As lideranças sindicais já iniciaram negociação com ministros da área econômica e do Trabalho e o governo já admite ceder, pelo menos, em relação às mudanças propostas para a concessão do seguro desemprego. No ato unificado da capital paulista, as centrais sindicais também questionaram os rumos da política econômica adotados pelo Ministério da Fazenda, que, segundo os sindicalistas, levarão o país à recessão.

Por ocasião da Marcha da Classe Trabalhadora, as centrais entregarão uma pauta de reivindicações ao Executivo Federal, aos governos estaduais e ao empresariado. Entre elas, o fim do fator previdenciário; redução da jornada para 40 horas semanais; fim do Projeto de Lei nº 4.330/04, que amplia as terceirizações; correção da tabela do Imposto de Renda; mais investimentos em saúde, educação e segurança.

O Instituto Lado a Lado pela Vida idealizou o movimento Novembro Azul e, em parceria com a Sociedade Brasileira de Urologia, promove uma campanha nacional a favor da saúde masculina

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O câncer de próstata é o câncer mais frequente no sexo masculino, ficando atrás apenas do câncer de pele não menaloma. Estatísticas apontam que a cada seis homens, um é portador da doença. A estimativa é de que, em 2014, 69 mil novos casos sejam diagnosticados, ou seja, a descoberta de um caso a cada 7,6 minutos.

No intuito de conscientizar a população masculina sobre a doença, visando a diminuir a taxa de mortalidade, que ainda é alta, o Instituto Lado a Lado pela Vida e a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) desenvolvem o Novembro Azul, uma iniciativa que já faz parte do calendário nacional das campanhas de prevenção no Brasil. O objetivo é combater a doença e, principalmente, motivar a população masculina a fazer exames preventivos.

O calendário de atividades do Novembro Azul 2014 conta com diversas ações em todos os estados brasileiros, que contemplam a iluminação de pontos turísticos e monumentos, palestras informativas para leigos, ações em estádios, intervenções em eventos populares e pedágios em locais de grande circulação, além de um fórum no Congresso Nacional e no Senado Federal.

“A campanha tem sido referência na missão de orientar a população masculina a cuidar melhor da saúde e procurar o médico com mais frequência. Os homens são mais resistentes à ideia de ir regularmente ao médico e, por isso, acabam descobrindo a doença em estágio já avançado”, diz Marlene Oliveira, presidente do Instituto Lado a Lado pela Vida.

“Depois do aparecimento dos sintomas, mais de 95% dos casos de câncer de próstata já se encontram em fase avançada. Por isso, é importante o exame regular através do toque retal e do PSA periodicamente”, afirma Carlos Corradi Fonseca, presidente da SBU. Read More →

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES/MG) apresentará na próxima terça-feira, 30/09, no Palácio da Liberdade, às 16 horas, a Campanha “Outubro Rosa”. Há três anos, a Secretaria abraçou a proposta mundialmente conhecida como Outubro Rosa, que em Minas é apoiada pela Sociedade Brasileira de Mastologia – Regional Minas Gerais.

Este ano, ações realizadas em diversos pontos do estado vão buscar sensibilizar o público para a importância da prevenção. Entre as novidades, está o Salão Solidário, a ser instalado em lugares estratégicos como Belo Horizonte, Montes Claros, Juiz de Fora, Barbacena, Divinópolis, Diamantina, Governador Valadares, Patos de Minas, Teófilo Otoni, Uberaba, Uberlândia e Varginha (cidades confirmadas até o momento). O salão, cujo objetivo é melhorar a autoestima das mulheres e estimular a realização de mamografias, permanecerá um dia, de 9h às 17h, em cada município. Neste espaço, será oferecido corte de cabelo e serviços de manicure e pedicure. As mulheres que desejarem podem doar seus cabelos para a confecção de perucas destinadas às pacientes em tratamento contra o câncer de mama. Read More →

BancorBras

O Sintralab/MG tem se esforçado para oferecer aos trabalhadores da categoria convênios com diversas empresas e prestadores de serviços.

Vários dos convênios já firmados podem ser vistos na aba “Convênios“. Os trabalhadores do Hermes Pardini, além de todos os trabalhadores que contribuíram com o sindicato com a Contribuição Confederativa e não apresentaram carta de oposição podem usufruir desses benefícios.

Dentre os convênios já firmados gostamos de destacar: Read More →

O Sintralab e o Sindlab assinaram a nova convenção coletiva de trabalho com vigência de 1º de setembro de 2014 a 31 de agosto de 2015.

Clique aqui para baixar a íntegra da Convenção Coletiva

Conforme definido na Cláusula Terceira, a partir de 1º de Setembro, o piso da categoria passará a ser:

 

CAPITAL Jornada 24h Jornada 40h Jornada 44h CBO
Técnico R$ 636,44 R$ 1.016,63 R$ 1.167,25 3242-05
Auxiliar R$ 593,72 R$ 989,54 R$ 1.088,51 3242-10
INTERIOR Jornada 24h Jornada 40h Jornada 44h CBO
Técnico R$ 483,38 R$ 805,65 R$ 889,55 3242-05
Auxiliar R$ 466,66 R$ 777,78 R$ 807,48 3242-10